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Pedro e o Chip... (e outras histórias de flagrantes na internet)
Eu havia escrito um extenso texto sobre isso, mas minha queda (e da internet em geral) por sínteses me fez cortá-lo por inteiro e chegar a isto:
- As pessoas sempre estão julgando, expondo e esculachando as outras. E quando fazem isso, esquecem da humanidade dos julgados, expostos e esculachados.
- Quando julgadas, as mesmas pessoas usam sua humanidade como defesa. Quando expostas, sua humanidade torna-se argumento a favor de sua preservação. Quando esculachadas, questionam a quem os esculacha: vocês não são humanos?
Em tempos de photoshop, é preciso ser cool a qualquer custo. Ver as mesmas coisas, zuar as mesmas coisas, achar a mesma coisa e fazer, e refazer, as mesmas piadas delas...
Alguém tem que ser o "chato" da vez. Não me desculpo.
PS: não estou condenando a esmo todo mundo que viu o vídeo ou achou graça dele. Isso é inevitavelmente "humano". As atitudes a partir disso é que contam...
Pra finalizar, um vídeo que é o contrário daquele:
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Uma medalha de ouro e uma cicatriz de batalha. (confesso que só havia 4 times na disputa e a cicatriz é só uma casquinha superficial)
Uma medalha de ouro, uma cicatriz de batalha e um gol na partida final. (sou um fotógrafo lerdo, e gols não posam pra fotos)Marcadores: 2, foto, imagem
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| Por Onde Começar |
23/09/09 |
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Quando começou o dia, eu amava Carol. E que dia estranho se sucedeu...
Peguei duas chuvas que só teimavam em chover quando eu me encontrava em céu aberto. Todas as janelas em que estive do lado de dentro, me revelaram sol. Foi este que me encorajou a sair, nas duas vezes.
E se não fosse a chuva, da primeira vez, eu não teria ganhado aquele ingresso gratuito para o teatro, distribuído na livraria na qual me abriguei. Sem a segunda chuva, não teria restado somente eu e Luana debaixo do toldo, na saída do teatro...
Pobre de mim sem o amor por Carol. Com Luana foi química. E bastou a química pra quebrar a ligação anterior. Mas a química não se bastava sem a chuva.
Quando terminou o dia, não havia chuva. E não havia amor nenhum.Marcadores: 2, conto, mini-contos, texto
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| O Incrível Homem que Não quer ir p/ o Big Brother |
21/09/09 |
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| Real Amor Virtual |
18/09/09 |
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Anônimo_Incógnito: Pronto... Chegou aquele momento de novo... Menina_Virtual: Que momento?! Anônimo_Incógnito: Aquele em que preciso te tocar, te beijar, e não posso... Menina_Virtual: Feche os olhos... Anônimo_Incógnito: Não, não... Eu já tentei beijar sua foto no monitor várias vezes e dá choque... De novo, não... Menina_Virtual: Não, seu bobo! Feche os olhos e imagine... Anônimo_Incógnito: Mas tudo que tenho feito com você é imaginar... Minha imaginação já não consegue conter meus desejos e sentimentos... Menina_Virtual: Considere isso como um treino. Pra quando você finalmente me encontrar... Anônimo_Incógnito: E nós vamos, não é mesmo...? Menina_Virtual: Claro! Tuas palavras me tocaram primeiro. Agora não vejo a hora de ter o toque de suas mãos, seus lábios... Anônimo_Incógnito: Meu nariz... Menina_Virtual: Nariz?! Anônimo_Incógnito: Beijinho de esquimó... Tão singelo, mas diz tudo... Menina_Virtual: Hahaha. Claro, o beijo de esquimó. Como pude esquecer? Anônimo_Incógnito: Ai ai... às vezes é tão difícil acreditar... Menina_Virtual: Só porque eu moro em Oiapoque e você no Chuí?! Anônimo_Incógnito: Ai... Nem me lembre disso... Se você morasse em vários outros países da América do Sul ainda seria mais perto... Menina_Virtual: Ei! Esperança, menino! Anônimo_Incógnito: Esperança é tudo que me vem quando eu vejo esse seu doce sorriso na webcam... Como você consegue permanecer sorrindo assim tanto tempo...? Menina_Virtual: É que a webcam travou! Anônimo_Incógnito: Ah... Menina_Virtual: Deixe eu arrumar isso! Anônimo_Incógnito: Deixo... Afinal, te segurar é que eu não posso... Menina_Virtual: Nem me fale em segurar: ter seus braços a minha volta, teu rosto colado no meu... Anônimo_Incógnito: Ai... Pára... To começando a bater a cabeça no monitor de novo... Menina_Virtual: Pronto! Anônimo_Incógnito: Hummm... Minha menina em movimento de novo... Menina_Virtual: Me leve pra algum lugar especial. Anônimo_Incógnito: Feche os olhos... Ligue o fone... E ouça minha voz... Menina_Virtual: Sou toda ouvidos. Anônimo_Incógnito: Estamos no parque de diversões, em um dia de promoção que casal paga meia... O sol já está se pondo... Você está de vestido azul e eu, vermelho... Menina_Virtual: Vestido vermelho?! Anônimo_Incógnito: Sapatos vermelhos... O vestido não ficou bem, não valorizava meus quadris... Menina_Virtual: Hehehe. Anônimo_Incógnito: Comprei um algodão doce, que o tiozinho queria por dois reais mas eu o fiz vender por um, e fomos comendo devagarinho, intercalando algodão-doce e beijos... Menina_Virtual: Isso não deixou nossos lábios muito grudados?! Anônimo_Incógnito: Foi um plano mal elaborado onde eu pretendia grudar meus lábios pra sempre nos teus... Mas você achou melhor irmos ao banheiro limpar todo esse grude doce... Menina_Virtual: E você voltou com um pedaço de algodão-doce esquecido na bochecha. Anônimo_Incógnito: Que você caprichosamente envolveu com um beijo doce... E fomos então pra roda-gigante... Menina_Virtual: Eu tenho medo de altura. Anônimo_Incógnito: Foi por isso que durante o passeio, eu prendi teu olhar no meu... Menina_Virtual: E não resistiu e me beijou... Anônimo_Incógnito: Ei, foi você que não resistiu... Menina_Virtual: Acho que era seu rosto que se aproximava do meu. Anônimo_Incógnito: Impressão sua... Era o balanço do vagão da roda-gigante... Menina_Virtual: Tudo bem, eu não me importo em saber quem foi que não resistiu. Anônimo_Incógnito: E quando finalmente abrimos os olhos depois de tal sublime beijo, estávamos já no carrossel... Menina_Virtual: Como fomos tão rápido da roda-gigante pro carrossel? Anônimo_Incógnito: Conexão banda-larga... Menina_Virtual: Meu Deus... Anônimo_Incógnito: ...? Menina_Virtual: Imaginando como deve ser suas piadinhas infames pessoalmente. Anônimo_Incógnito: Com uma carinha de dó no final, implorando um sorriso...
* Tão longe, e eles esperam... Ela, pela carinha de dó... Ele, pelo sorriso... Ambos, o beijo... E, por mais que ele negue, continua tomando choque e batendo a cabeça no monitor...
Mais diálogos no blog do Anônimo IncógnitoMarcadores: 2, anonimo incognito, dialogo, texto
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(a cidade não é pequena, é que estamos perto da saída dela)
Visão da sacada do apartamento dos meus pais. Por muito tempo, a metáfora de meus limites quando criança. Todos os sonhos se encontravam do outro lado desse morro...
(hoje eu sonho com o lado de cá)Marcadores: 2, foto, imagem
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| Poema Inominável Número 3 |
16/09/09 |
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 De um lado: eu De outro: meus pensamentos Coincidem, por um momento Mas divergem ao longo do tempo Do caráter, que pra mim invento Logo torno-me cético...
Afinal, o que me define: O que me tenta ou o que intento? À benevolência, quero meu alento Mas me violentam os sentimentos que florescem, não isentos de um hedonismo maquiavélico...
A atitude diz quem sou Ou diz quem ser eu tento? Mesmo que seja sofrimento Seja dúvida, seja tormento O fato de não sucumbir ao vento Torna o que sou, torna-me um épico...Marcadores: 2, poema, poemas inominaveis, texto
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| Se Eu Tivesse Super-Poderes... |
15/09/09 |
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Lá estava eu, ainda incauto em minha mal passada década de vida, coração novinho, intacto, e a segurança de um menino que encarnava super-heróis invencíveis em sua imaginação. Caminhava pela vizinhança, talvez a caminho da padaria... Não sei. Sei é que estava despreparado para o que vi e, quando vi, tive a certeza de que nada sabia antes, pois todo sentido da vida se revelou pra mim naquele instante. Pena que eu me interessei mais em tocar seus lábios do que entendê-lo.
Pois aquele sentido usava vestido. Tinha olhos verdes, loiros cabelos lisos – que chegavam a se aventurar em umas duas ou três suaves ondas - e um quê de mulher que eu ainda não havia testemunhado em outras meninas da minha idade. Uma imagem que não rimava com a realidade que até o momento eu conhecia.
Lamentavelmente não havia necessidade de muita perspicácia pra notar tal singular beleza. Já estavam lá os outros meninos da minha rua, empenhados em fazer graça entre eles diante dela. E eram muitos. Concorrência assustadora. Assustadora aos meus olhos de hoje, pois temor algum passou pela mente daquele menino de uma inocência absurdamente destemida que eu era.
Faziam graças com seus brinquedos mais sofisticados: skates, bicicletas, patinetes motorizados. Eu não tinha nem skate, nem bicicleta nem patinete motorizado. Mas tinha uma velocidade de raciocínio que facilmente respondeu a questão: o que me resta então?
Assim, enquanto eles faziam graça entre eles, diante dela, eu resolvi fazer graça diretamente para ela.
Aproximei-me enquanto ela ainda observava os meninos. Demorei a lhe dirigir a palavra e pus-me a observar o desempenho dos demais também. A inocência, que também mantém a amoralidade, permitiu que eu, sem peso algum na consciência, utilizasse a patética performance dos meus amigos pra lançar comentários engraçados pra ela.
Havia mencionado que eram meus amigos?
Foi uma observação cômica atrás da outra, com uma certa sofisticação sarcástica pra um menino da minha idade, que ainda não sabia o que era sarcasmo. E a quem me dissesse que este era um recurso dos fracos, eu lhe apontaria minha fraqueza que lá se encontrava.
E, inevitavelmente, sorria.
Mas ainda não passava de conversa de menino. Meninos têm vergonha de flertar. Meninos tentam conquistar meninas sendo mais bobos que os outros. E, acredite, não havia menino mais bobo que eu. Um bobo que era quase charme, quase flerte, quase um convite a...
De repente ela resolveu ir embora. Os meninos na rua subitamente interromperam suas graças, paralisados sem saber o que fazer. Fui obrigado a segui-la, guiado por uma força maior que eu. Os outros me seguiram, guiados por mim, que era uma força maior que eles. Seguiu-se então uma passeata infanto-juvenil em pró da beleza rara que naquela rua se encontrava. A cruzada mais determinada que o mundo já testemunhou. Uma jornada de fé. Nós críamos...
Até que ela entrou numa das casas...
...mas, antes que ela pudesse fechar a porta, palavras desesperadas escaparam-me:
-Você é muito linda! Quer namorar comigo?
É, eu disse....
E se ela tivesse dito que “sim”, se ela tivesse em seguida me beijado, se ela tivesse montado em meu cavalo alado (eu arranjaria um) e partido comigo , nada disso seria tão perfeito quanto o sorriso que ela me lançou naquele momento. Foi quando meu coração foi tocado em uma parte que eu desconhecia, e tudo o mais foi inevitável....
Lembro que se seguiu uma semana temporalmente confusa: dormia, a encontrava em meus sonhos; acordava, encontrava-a na realidade. Os encontros em sonhos, como de costume, eram mais bem sucedidos. Quando acordado, fazia plantão na porta da casa em que ela se encontrava. Em meio a tudo isso, ocorriam as intrigas entre os meninos que a disputavam... Meninos grandes impunham sua força, meninos pequenos se aliavam aos meninos grandes e meninos bobos acreditavam que para o amor não havia barreiras. E para os bobos, toda essa parte da história era irrelevante. Só precisava continuar a vê-la...
Enfim, lembro-me de ter conseguido chegar ao derradeiro diálogo:
-E então? Você vai ficar comigo?
Ela olhou pra mim com aqueles olhos verdes, esboçou um sorriso tímido e somente disse:
-Unrum...
Pausa no tempo.
Devo ter seqüelas em minha mandíbula até hoje pelo tamanho do sorriso que a resposta me causara. Olhava pra ela sem acreditar. Não só na sua resposta, mas em todo conjunto de sua existência. Como era linda aquela menina, meu Deus! (eu ainda não era ateu)
E eu lhe disse:
-Então tá, hein? Não vá esquecer! Olhe lá!
Pois é...
Ninguém havia me explicado que, quando uma menina revela o desejo ficar com você, é o momento de beijá-la. Estava tão inebriado em saber que aquela encarnação de beleza perfeita correspondia ao meu sentimento que esqueci desse pequeno detalhe.
Beijá-la.
Beijá-la!
Ah, beijá-la...
Então ela partiu.
Ela não era daqui, estava de férias. Partiu e levou o meu beijo...
O primeiro amor, que não deve ser propriamente amor, ainda assim é uma coisa muito bela. Não há como retornar ao estado anterior. Não há como resgatar o que houve, nos amores seguintes. O que foi tocado, sentido, rompido, é irreversível. O primeiro amor, que não é amor, ainda assim é o único de uma coisa que, durante a vida inteira, não se consegue dar outro nome.
E por muitas e muitas noites, sonhei e chorei em busca do meu beijo perdido. O reclamo até hoje e não haverá dia que deixarei de o reclamar. Sinto sua falta ao revisitar as lembranças e não encontrá-lo.
Era meu. Ela não tinha o direito de levá-lo.
...
Um dia ela voltou. Mas mais de um ano havia se passado, e tamanho intervalo já tinha castigado o bastante meu infante coração... Não hesitei em me cercar de farpas pra me proteger do que poderia inda restar.
- Você lembra das coisas que me dizia? – uma hora ela me perguntou. - Melhor esquecer. Eu era mesmo bobo naquela época – inacreditavelmente respondi.
Em todo resto, não fui menos estúpido. Muito daquelas palavras se perdeu no tempo, mas lembro-me perfeitamente da última troca de frases:
-Amanhã a gente conversa mais, tá? – ela, ainda sendo doce. -E o que tem mais pra conversar? – eu, aprendendo a ser amargo. E não houve um amanhã.
** Uma comunidade paras as Primeiras, e pra quem teve uma Primeira: A Primeira...Marcadores: 1, a primeira, conto, texto
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* SPOILERS!, cena final do filme Vanilla Sky.
É assombroso e indecifrável o arrepio que me toma quando David (Tom Cruise) olha para sua sonhada Sophia (Penélope Cruz) e diz algo assim:
"Olhe só pra nós: você morta, eu congelado, e eu te amo..."
Se um dia eu fizesse um filme, queria que ele tivesse um arrepio assim...
(não é recomendável assistir esse filme sem um devido abraço ao lado)Marcadores: 1, achismo, filmes, vanilla sky
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| Poema Inominável Número 2 |
08/09/09 |
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 Tenho seus contornos de cor Ainda assim, em ti, me perco São traços tão sinuosos Seguindo, não me reconheço O destino, ignoro Sei que adoro E o que adoro, não sei: Talvez a jornada em vão Talvez a própria perdição...Marcadores: 1, poema, poemas inominaveis, texto
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| O Incrível Homem Sem Tatuagem |
07/09/09 |
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Amigo_Imaginário: O cara de terno tem uma bomba na maleta dele! Anônimo_Incógnito: Shhh...! Já disse pra você não falar comigo em lugares públicos... Amigo_Imaginário: Você tem vergonha de mim?! Não quer que as pessoas vejam que você está comigo?! Anônimo_Incógnito: Elas simplesmente não podem ver... Você é imaginário, lembra-se...?! Amigo_Imaginário: Não. Eu tenho crises de amnésias. Anônimo_Incógnito: Um amigo imaginário com amnésia... Ai... Amigo_Imaginário: "Ai" digo eu! Você me imaginou assim, lembra-se?! Anônimo_Incógnito: Às vezes, tenho dúvidas de que você é realmente meu amigo imaginário, e não de outro... Amigo_Imaginário: Tá pensando em me deixar, é?! Anônimo_Incógnito: Não... Eu... Amigo_Imaginário: Snif. Anônimo_Incógnito: Perdoe-me... Não quis ser insensível... Amigo_Imaginário: Não é a primeira vez que você faz isso... Anônimo_Incógnito: ... Amigo_Imaginário: Qual o problema? Sou eu, é? Anônimo_Incógnito: Ai... Se eu disser a minha psicóloga que eu estou discutindo com meu amigo imaginário o relacionamento, ela vai dobrar o preço da consulta... Amigo_Imaginário: ... Anônimo_Incógnito: ... Amigo_Imaginário: Você não vai atrás dele?! Anônimo_Incógnito: Atrás de quem...? Amigo_Imaginário: O cara de terno da maleta! Eu te disse que ele tem uma bomba! Anônimo_Incógnito: Isso não é coisa da sua imaginação...? Amigo_Imaginário: ... Anônimo_Incógnito: Esquece... Mas por que você acha que ele tem uma bomba na maleta...? Amigo_Imaginário: A maleta fazia TIC TAC. Anônimo_Incógnito: Relógios fazem tic tac... Amigo_Imaginário: Uma bomba-relógio! Anônimo_Incógnito: Por que o cidadão teria uma bomba-relógio na maleta...? Amigo_Imaginário: E por que ele teria um relógio? Anônimo_Incógnito: ... Amigo_Imaginário: ... Anônimo_Incógnito: Tá, eu vou verificar... Você distrai ele e eu espiono a maleta... Amigo_Imaginário: ?! Anônimo_Incógnito: Esqueça... Lembrei-me que nem pra isso amigos imaginários servem... Amigo_Imaginário: O que você vai fazer então? Anônimo_Incógnito: Usar da gentileza e da objetividade... Amigo_Imaginário: ? Anônimo_Incógnito: Hei amigo...! Perdoe-me o incômodo, mas preciso lhe perguntar: o que tem dentro da sua maleta...? Cidadão_de_terno_e_maleta: Ah, nada demais. Só uma bomba. Anônimo_Incógnito: Uma bomba...?! Que tipo de louco carrega uma bomba consigo e acha isso normal...?! Cidadão_de_terno_e_maleta: Me diz você. Afinal, eu sou fruto da sua imaginação. Anônimo_Incógnito: ...?! Amigo_Imaginário: Sabia que te conhecia de algum lugar! Mas não sabia que era dessa mente insana... E aí, rapaz, o que anda fazendo? Cidadão_de_terno_e_maleta: Carregando bombas por aí, e você?! Amigo_Imaginário: Ah, o de sempre... Conversando com este maluco aqui. Anônimo_Incógnito: ...
* E é por isso que ele tem uma beliche vazia no quarto dele...
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| O que vai cair na prova? |
02/09/09 |
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Conjuntivite e Sono. Uma visão doente e embaçada do mundo.
Muito colírio, pois não uso óculos escuros...Marcadores: 1, foto, imagem
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